terça-feira, 4 de novembro de 2008

O quadril da moça balança
Olha do pé da escada
Para o topo
E vê andróides caminhando
A roupa engomada
O hálito de hortelã;
Musica lenta, a boca amarga
Do tédio diário entubado no metrô
Atravessa a rua
Em meio à bagunça,
Passa pelo carrinho fumarento de churrasco
E toda sorte de barracas
Espalhadas entre as filas
De ônibus
Ai, que dia chato!
Pensa ela em ir pra casa
Mas o dia mal começara...

Um comentário:

Fernando Araujo disse...

puts, carrinho de cachorro quente fode hein.

poema resmungão sô.

hahaha.