quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

Na ponta do pé
Na linha do trem
Com minhas provisões
E a cabeça livre e leve
Com os braços abertos
Um bilhete nas mãos
Tantos pés acima
Do outro lado do mar
Numa encosta qualquer
A escrever-lhe os dias
A suspirar pelas noites
Entre as luzes e a música
Que vem das janelas
E das portas dos cafés
Com mil saudades
Espalhadas entre as flores
No ar frio e delírios cortantes
A alegria vai estar
Quando naquela terra eu pisar.

Um comentário:

Anderson disse...

Fia, gostei do blog....eu adicionei o link dele no meu blog.....beijo