Penso que ainda não acabou
Ao acordar;
Que a única pessoa que gostaria
De ser
Era eu mesma,
Só um pouquinho mais feliz;
Corro para o teclado
Para que elas me socorram
Ouço algum som,
Ella, de preferência
Enquanto sinto a garganta
Em brasa
Depois que o whisky desce.
Não há muito que possa me surpreender,
Continuo fumando meu cigarro
Para queimar as ilusões perdidas.
Essa, foi a última vez que você me deixou esperando.
domingo, 25 de janeiro de 2009
sábado, 24 de janeiro de 2009
Meus olhos não querem chorar
Mas escorre.
Escorre medo,
Medo de que chegue o dia;
Aquele em que ele me deixou,
Por um a bobagem qualquer.
Sou trouxa, eu sei
Amo demais.
Até desmaiar de tanto amar,
Mas não deixo ninguém ver;
É que não aguentariam com tanto sangue
E carne exposta
Eu sofro desde o aniversário
Do último beijo
Até a eterna espera
Para sofrer o derradeiro contato,
Mesmo que tão distante
De um fragmento seu
A poesia está engatada
Na garganta,
Por trás das amígdalas;
E sucumbe às fisgadas
Da tristeza
Que me faz morrer
Um pouco
Todo santo dia.
Eu continuo aqui esperando o amor retornar, só então deixarei de chorar.
Mas escorre.
Escorre medo,
Medo de que chegue o dia;
Aquele em que ele me deixou,
Por um a bobagem qualquer.
Sou trouxa, eu sei
Amo demais.
Até desmaiar de tanto amar,
Mas não deixo ninguém ver;
É que não aguentariam com tanto sangue
E carne exposta
Eu sofro desde o aniversário
Do último beijo
Até a eterna espera
Para sofrer o derradeiro contato,
Mesmo que tão distante
De um fragmento seu
A poesia está engatada
Na garganta,
Por trás das amígdalas;
E sucumbe às fisgadas
Da tristeza
Que me faz morrer
Um pouco
Todo santo dia.
Eu continuo aqui esperando o amor retornar, só então deixarei de chorar.
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